O que deveria ser espaço institucional virou palco de militância disfarçada de cultura. A denúncia da vereadora Mariana Lescano escancara um problema sério. A Câmara de Porto Alegre abriga uma exposição que, sob o pretexto de retratar 1964, entrega ataques direcionados a Jair Bolsonaro, aos militares e à direita.
Não se trata de debate histórico. Trata-se de narrativa enviesada, com recorte ideológico claro, financiado e exposto dentro de um espaço público que deveria prezar pela pluralidade.
Curioso como a liberdade artística parece ter lado. Quando a crítica é contra a direita, vira arte. Quando é contra a esquerda, vira inquérito, censura e perseguição. O padrão é conhecido e cada vez menos disfarçado.
A fala da vereadora é um alerta. A Câmara não pode ser transformada em trincheira ideológica. O cidadão espera respeito, equilíbrio e responsabilidade com o uso do espaço público.
Exposição ideológica invade Câmara de Porto Alegre
Por J. Saraiva
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