Um manifesto assinado por economistas, ex-parlamentares e lideranças civis tenta recolocar Eduardo Leite no cenário presidencial. O movimento surge após o PSD preterir seu nome e escolher Ronaldo Caiado como pré-candidato.
Se não foi encomendado, cumpre função evidente. Serve como resposta política e como estímulo ao ego de quem perdeu espaço dentro da própria legenda.
O texto reúne nomes como Aod Cunha, Eduardo Giannetti da Fonseca, Samuel Pessoa, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-senador José Aníbal e Roberto Freire. Na prática, repete a cartilha conhecida, responsabilidade fiscal, gestão técnica e reforma institucional.
O manifesto anima aliados e pressiona o governador a ingressar urgentemente em um novo partido para manter a candidatura em circulação. Mesmo sem chances reais de vitória, disputar agora seria estratégico. Coloca Leite no debate nacional, amplia visibilidade e consolida imagem para um projeto futuro.
Oficialmente, ele diz que cumpre o mandato até 2026. Na prática, o movimento testa sua disposição de continuar no jogo agora para chegar mais forte na próxima.
Manifesto pressiona Leite a se manter no jogo
Por J. Saraiva
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